Por vezes, me guardo como quem se treme:
um barco de velas como folhas murchas
à deriva no revolto mar de dentro
(sem leme).
sexta-feira, 17 de novembro de 2006
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sob a rasura, há uma palavra que resta legível: procura
3 comentários:
Marcelo,
nossa, que bonito o que escreveu! Me deixou emocionada! Acho que também sinto um pouquinho destes sentimentos.
Como é bom ver você escrevendo novamente. Espero que também escreva sobre os filmes que você já assistiu, é uma idéia fantástica.
Beijos,
Thaís.
Olá!!! Qto tempo, hein?!
Lindíssimo seu blog e seus poemas !!! Adorei!!!!!
Mtos bjos p vc!!!!!!
que bonito!
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